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Queda da Babilônia
por Sikberto R. Marks

A QUEDA DA BABILONIA

Comentário elaborado pelo prof. Sikberto R. Marks - Adaptado

A queda de Babilônia

Dan. 5: 30 Naquela mesma noite Belsazar, o rei dos caldeus, foi morto. 31 E Dario, o medo, recebeu o reino, tendo cerca de sessenta e dois anos de idade.

Enquanto Belsazar bebia dos vasos sagrados, DEUS, que já sabia que ele faria isso, autorizou o exército dos Medos e dos Persas unidos a atacarem Babilônia. A condução da parte de DEUS foi tão eficiente que exatamente no mesmo tempo em que ocorria a festa de afronta a DEUS também o poder dos Medo-Persas faziam diques num dos braços do rio Eufrates, baixando a sua profundidade para que pudessem passar por ele homens andando. Assim eles passaram facilmente por baixo do largo muro que normalmente a água dificultaria em muito a passagem de homens, pois eles teriam que mergulhar por mais de dez metros com armas e tudo e aparecer do outro lado do muro, já dentro da cidade, para serem facilmente mortos assim que suas cabeças saíssem das águas. Mas aconteceu que os guardas da cidade também beberam, e estavam desatentos, e ninguém percebeu que um inimigo trabalhava do lado de fora dos gigantescos muros e os inutilizava por um ponto frágil, por onde passava parte do rio Eufrates. Centenas de
 trabalhadores foram colocando material para que a água do braço menor se desviasse para o braço maior do leito do rio, faziam isso possivelmente alguns quilômetros mais acima, no local da bifurcação (parte da cidade de Babilônia ficava numa ilha do rio), de modo que ninguém percebeu o que se passava, e também ninguém percebeu que a água estava baixando, pois, em festa, comiam e bebiam vinho. Em ostensiva afronta contra o Rei do Universo, as defesas de Babilônia se desfizeram diluídas em álcool exatamente por meio dessa afronta, e assim se fragilizaram, e abriram caminho para o inimigo os destruir em poucas horas, sem nenhuma resistência. Os poderosos muros para nada serviram, o inimigo entrou por uma brecha que jamais fora motivo de preocupação. Quem iria desconfiar que um exército entrasse pelo leito do rio?

Conforme podemos estudar no capítulo 51 de Jeremias, onde o profeta se refere à queda de Babilônia imperial de Belsazar, paralelamente, esta profecia serve para obtermos informações valiosas sobre a queda de babilônia mística, nesses nossos dias. A grande cidade imperial caiu por estar despreocupada com suas defesas, em meio a orgia de ofensa gravíssima contra o Rei do Universo, o DEUS Criador. Assim também cairá Babilônia mística, com sede em Roma, situada entre os mares, exatamente quando se aviltar ao máximo sua luxúria imoral (tanto imoralidade física quanto espiritual) como se ensoberbecer sua afronta contra o DEUS Criador, que merece ser adorado conforme Ele mesmo estabeleceu. Essa babilônia atual está, desde a metade do segundo século do cristianismo, promovendo a inserção de paganismo no cristianismo, mudou o decálogo, alterou o dia de descanso, estabeleceu novo horário para a observação da mudança de um dia para outro (do por de sol para a meia-noite), trocou em seu meio a
 intercessão de JESUS por meros sacerdotes também pecadores, e agora pretende trocar JESUS, no Céu, pela virgem Maria, proclamando-a como co-redentora! Na ordem dada por Belsazar para trazerem os vasos do templo para dele beberem vinho ele selou o fim de seu império. Assim como um remanescente dos fiéis adoradores, Daniel, anunciou a queda de Babilônia por decreto do Altíssimo na escritura na parede, assim também, por proclamação em alto clamor, o remanescente desses dias, proclamará a queda final de babilônia e num movimento global clamará a todos que saiam de babilônia mística para salvarem suas vidas. Muitos aceitarão.

Assim como a cidade imperial de Babilônia decaiu aos poucos, assim também babilônia mística vem decaindo aos poucos. Essa queda vem ocorrendo em razão da pregação da verdade bíblica, pelo que saem dela os verdadeiros adoradores desde aqueles tempos. A pregação da verdade revela os enganos de babilônia mística, e isso a fragiliza. Por isso, ousada e diretamente os pregadores do advento vem anunciando mundo afora, com a coragem e a clareza que o Espírito Santo lhes dá, qual é a verdadeira adoração: "adorai ao Criador" (ver Apoc. 14 6 e 7), ou seja, aquele que fez e porque fez, e nos fez (Apoc. 4:11), e porque tudo fez, em seis dias, reservou o sétimo, dia na seqüência dos da criação, como dia santificado POR ELE, para que homens e mulheres nele descansassem das suas obras como delas DEUS descansou. Desde esse ano a igreja morna se aquece no poder do alto e anuncia a verdade como está na Bíblia, tal fato é bem visível. Os Dez Mandamentos nunca foram revogados por DEUS, senão por homens
 aliados a satanás, conforme previsto profeticamente (Dan. 7:25). Essa alteração ocorreu num período de tempo denominado Patrística. Dispomos de uma síntese do que ocorreu na Patrística, muito importante para entender bem a ação do poder opositor à verdadeira adoração, e podemos enviar por e-mail aos que desejarem. Desejando, peça "Patrística" e enviarei em PVT.

O paralelismo entre Babilônia imperial e babilônia mística está identificada a seguir:


   Jer. 51:13 - chegou o fim para a cidade que habita sobre muitas águas (águas são povos, mas também é o rio Eufrates), devido a tua avareza (espiritual do paganismo ostensivo contra DEUS e material, na luxúria de sua devassidão)




   Apoc. 17:1 - mostra o julgamento da grande meretriz (cidade onde se misturam doutrinas verdadeiras com as falsas, desde o tempo da Patrística, meados do segundo século) que se acha sentada sobre muitas águas (povos e também entre dois mares, conforme se situa Roma atualmente)



   Jer. 51:8 - a queda de Babilônia inicialmente gradativa (Nabonido estava em guerra tentando defender o seu império) de um momento para outro tornou-se repentina e ficou arruinada para sempre, hoje restam apenas algumas poucas ruínas no local




   Apoc. 14:8 - caiu, caiu a grande babilônia, assim como Babilônia imperial, que vinha recebendo avisos por Daniel por décadas, essa também vem perdendo fiéis por décadas, e chegará o dia da sua queda final, repentina, muito rápida; como naquele tempo foi pelo secamento literal do rio Eufrates, hoje, num secamento simbólico representando a perda do apoio de muitos fiéis que ainda a sustentam (povos são águas em profecia), que dela sairão para virem juntar-se como o povo de DEUS na adoração verdadeira.



   Jer. 51:45 - a ordem divina: sai do meio dela meu povo, salva cada um a sua vida do brasume da ira de DEUS.



   Apoc. 18:4 - sai dela povo meu (secamento do Eufrates simbólico), para não serdes cúmplices de seus pecados (pois sua destruição definitiva então será iminente, e todos que dela participarem após essa ordem, serão julgados e mortos com ela) - saindo o povo de DEUS de babilônia mística, de imediato ela será destruída (assim como na verdadeira igreja o joio deve ficar com o trigo até que tudo amadureça, assim também babilônia mística deve existir enquanto lá estiver parte do povo de DEUS, mas num dado momento, sai o joio (sacudidura) de entre o trigo e sai o povo de babilônia (sua queda), unem-se num só grupo, e JESUS vem busca-los).



   Jer. 51:60 a 64 - Jeremias envia a profecia por meio de Seraías a Babilônia, avisando-a de seu fim definitivo.




   Apoc. 18:21 a 24 - Assim como Seraías deveria jogar o livro da profecia contra Babilônia imperial simbolizando seu fim, assim um anjo joga uma grande pedra no mar, simbolizando o fim definitivo da grande cidade, que nunca mais será achada.



As profecias sobre o cenário do fim de babilônia já estão em desenvolvimento. Veja algumas delas:

Este evangelho já está sendo pregado diretamente a todas as nações, com diplomacia mas sem rodeios e sem palavras indiretas;

A crise financeira sobre a Igreja Católica se acentua, desde os primeiros anos da década de 90, e a debandada de fiéis começou em maior escala desde o ano 2002, quando veio a público a imoralidade de muitos de seus sacerdotes e de como era encoberta - com isso, acentuou-se a crise financeira, e cada ano amarga novo déficit;

A violência humana e tragédias climáticas, se acentuam agora a cada mês;

A igreja do advento está deixando de ser morna para ser quente (poder do Espírito Santo já sendo derramado flagrantemente), e já ocorre uma sacudidura prévia com a saída de muitos adoradores superficiais. Mais para frente em decorrência dos acontecimentos, sairão todos os que insistem em serem como o joio, então a igreja conclui a obra em pouquíssimo tempo. Essa conclusão tem o poderoso nome de Alto Clamor, diante do qual sae o povo de DEUS que hoje ainda permanece em babilônia mística (sistema de igrejas que adora de modo diferente do da Bíblia, a Palavra de DEUS). Com a saída deles, a queda de babilônia mística torna-se repentina, e seu fim definitivo. Logo a seguir, JESUS volta, desse evento estamos muito próximos mesmo, embora muitos durmam sem perceber o que se passa bem diante deles.



E a vida eterna é esta: que te conheçam a Ti, como o
único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, Aquele que Tu enviaste.
João 17:3

Renato Gibin

 



 

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